segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Quebrando as Regras
Momento Delicado
Upgrade

segunda-feira, 12 de julho de 2010
Seleção da Copa
domingo, 11 de julho de 2010
Espanha, Campeã Mundial!

Mas na prorrogação, as coisas mudaram. A Espanha começou a demonstrar um preparo físico melhor que o da Holanda, que já não conseguia se fechar como nos 90 minutos. As oportunidades apareceram com mais frequencia. Iniesta, Fábregas e Xavi colocavam, a todo instante, algum atacante em condições de marcar. Mas o segundo tempo da prorrogação definiria tudo. Com menos de 4 minutos, o zagueiro holandês Heitinga cometeu falta e acabou fora, pelo segundo cartão amarelo. E logo depois, De Jong, um dos poucos marcadores do time laranja (mas que já tinha cartão) foi substituído por Van der Vaart, um armador.
A Final
Holanda 0x1 Espanha
Local: Estádio Soccer City, Joanesburgo
Data: 11/07, domingo
Árbitro: Howard Webb (ING)
Público: 84.490
Gol: Iniesta aos 11’/2T da prorrogação (Espanha)
Cartões amarelos: Van Persie, Van Bommel, De Jong, Van Bronckhorst, Heitinga, Robben, Van der Wiel e Mathijsen (Holanda) Sergio Ramos, Puyol, Capdevilla, Iniesta e Xavi (Espanha)
Cartão vermelho: Heitinga (Holanda)
Holanda
Stekelenburg, Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst (Braafheid aos 14’/1T da prorrogação); De Jong (Van der Vaart aos 8’/1T da prorrogação), Van Bommel e Sneijder; Kuyt(17-Elia aos 25’/2T), Robben e Van Persie. Técnico: Bert van Marwijk.
Espanha
Casillas, Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevilla; Sergio Busquets, Xabi Alonso (Fábregas aos 41’/2T), Iniesta e Xavi; Pedro (Jesús Navas aos 14’/2T) e David Villa (Fernando Torres no intervalo da prorrogação). Técnico:Vicente del Bosque.
sábado, 10 de julho de 2010
Perguntinha
Personagem

segunda-feira, 5 de julho de 2010
Seleção das Quartas
domingo, 4 de julho de 2010
Inter x Peñarol
sábado, 3 de julho de 2010
Caindo na real

Durante essa catarse pública, diante de mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo, a Alemanha, adversária da Argentina nas quartas da Copa do Mundo, trata de jogar. E jogar muito. Troca passes diante de um desesperado Mascherano, único jogador de contenção escalado no meio-campo. Os alemães parecem se multiplicar. Otamendi pára para contar se estão mesmo em 11, ou colocaram mais alguém em campo. Como não faz duas coisas ao mesmo tempo, Otamendi leva mais uma bola nas costas. Mais um gol germânico.
O técnico argentino olha novamente para Messi, que tenta se desvencilhar da forte marcação teutônica. Bem que o craque do Barcelona poderia jogar o mesmo pela seleção, pelo menos agora. Mas tudo parece conspirar contra a Argentina. Até mesmo um gol de Higuaín, após passe de Tévez, ambos impedidos até a medula, foi anulado. "Como ousam!", pensou Dieguito, o técnico. Os hermanos não estão acostumados a terem gols ilegais anulados...
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Eliminação Inventada

Dunga inventou pouco em três anos e meio como técnico da Seleção Brasileira de Futebol. Formou um grupo, fechado, e com esse grupo comprometeu-se a jogar a Copa do Mundo em terras africanas. Mas cometeu alguns erros nas poucas invenções que ousou fazer. O maior desses erros chama-se Felipe Melo. Somente Dunga poderia resgatar o execrado Felipe Melo, rebaixado com o Grêmio em 2004 (assim como Michel Bastos, outra invenção dunguiana) e colocá-lo como titular do time mais importante do mundo.
Hoje, contra a Holanda, na derrota por 2 a 1 que tirou o Brasil da Copa, Felipe Melo deu o passe para o gol de Robinho. Na medida, sem reparos. E esse passe, esse lampejo de bom jogador, comprometeu a atuação do jogador. Explico. Ele parou nas nuvens com o passe. E lá ficou. Não voltou ao gramado para enfrentar a boa seleção holandesa. No segundo tempo, fez o primeiro gol da Holanda, ao cabecear contra o próprio gol. No segundo gol laranja, era ele que deveria marcar Sneijder. Ficou assistindo ao minúsculo meia cabecear sem marcação. E quando o Brasil precisava de calma para se reorganizar e tentar o empate, pisou em Robben, sendo expulso e deixando a equipe com um jogador a menos.
Some-se a isso uma arbitragem no mesmo nível das demais desta Copa: pavorosa. Uma arbitragem que não marcou o pênalti em cima de Kaká no primeiro tempo, que mudaria a história do jogo. Ou que anotando uma sucessão de faltas marcadas contra o Brasil, minou o emocional do time, ainda mais com a desvantagem no placar. E houve ainda a indecisão de Julio César, o melhor goleiro do mundo, no primeiro gol. Saiu mal e permitiu o atentado contra a nação cometido por Felipe Melo.
Dunga afundou ainda mais o time com as modificações. Primeiro, tirou o amarelado Michel Bastos, que levava um baile de Robben na esquerda. Colocou Gilberto. Mas ao invés de deslocar Daniel Alves para a lateral, posição que está acostumado e já desempenhou na seleção, deixou Gilberto por lá. O agora meia do Cruzeiro nem lembra quando foi a última vez que atuou naquela parte do campo. Outro erro foi tirar Luís Fabiano. Precisando de gols, tira o centroavante? Dunga inventou essa.
A Holanda tem um bom time, mas o Brasil se entregou hoje em Porto Elizabeth. Jogou um grande primeiro tempo e não se sustentou para garantir vaga entre as quatro melhores seleções do mundo. Não teve equilíbrio para chegar lá.
Dunga inventou pouco, é verdade. Mas quando inventou, conseguiu comprometer o planejamento para chegar ao hexa. Que nos próximos quatro anos, o novo treinador (Dunga se afastou logo após a eliminação) consiga equilibrar disciplina, equilíbrio emocional e talento. A Copa será jogada aqui, em terras tupiniquins. A Seleção tem quatro anos para se reformar e se ajustar. Ela precisa deste tempo e destes retoques. O que não precisamos é de um novo Maracanazzo. Seria demais para todos nós.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Bafana e Bacana
